Tenho a voz presa na garganta
Abro a boca à espera que saia
Um qualquer som
Que consiga transmitir o que
O meu coração
Deseja falar agora.
Bebo um gole de água
Até que a garganta regada
Com o refrescar da bebida
Se parece desfazer em
Migalhas de dor
Que comovem os meus
Olhos e a água
Segue outro rumo distinto.
Sorrio sem nada acrescentar
Ao silêncio que ensurdece
A minha alma
E sigo o meu caminho
Com o coração encharcado das
Lágrimas que jorraram dos
Meus olhos enquanto pedia
À minha voz para não se
Perder nas profundidades do
Meu ser...
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